Os servidores de Praia Grande, mesmo embaixo de chuva, atenderam ao pedido da direção do Sindicato e participaram de forma efetiva da assembleia geral, nesta terça-feira (31/03) em frente a sede da administração municipal.
De forma unânime, aprovaram em colegiado as pautas colocadas para discussão, como a luta permanente pelo dissídio coletivo, paralisação de um dia e manifestação geral, caso não haja avanço nas negociações.
“Neste momento, a presença da categoria ao lado do Sindicato na luta por seus direitos mostra força e unidade. Campanha Salarial exige esforço, compromisso e batalha até o final das negociações. Obrigado a todos pela participação e vamos buscar o que é nosso por justiça”, ressaltou o presidente Adriano Pixoxó, que conduziu os trabalhos.
A direção do Sindicato, na pauta de reivindicações, cobra da administração os seguintes benefícios para a categoria, como:
- Reajuste salarial de 14,61 + IPCA;
- Auxílio alimentação de R$ 1.468,13;
- Auxílio médico social para aposentados e pensionistas;
- Assistência saúde (concessão gratuita de plano de saúde com assistência médica e hospitalar);
- Conversão em pecúnia da licença-prêmio;
- Auxílio-refeição de R$ 1.268,88;
- Plano de carreira para as categorias que ainda não possuem;
- Demais pautas específicas constantes no documento de negociações.
Reunião dissídio coletivo. Será que vai?!
Pode até parecer mentira, pois é 1º de abril, mas neste dia, às 16 horas, haverá reunião entre as partes para tratar do dissídio coletivo. A portaria GP nº 012/2026, artigo 1º, designou a relação de servidores vão compor a “comissão de especial de estudos e análise dia pauta de reivindicações do sindicato”.
Ressabiado, Pixoxó espera que avanços sejam discutidos em torno da pauta de reivindicações, pois desde a entrega do documento nada, em absoluto, foi mencionado pela administração a respeito.
“O cenário é de total desconfiança por parte dos servidores, frente ao descaso recorrente da atual gestão, mas estamos prontos para o enfrentamento”, disse.

