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Servidores estão trabalhando de forma improvisada em cadeiras de plástico no CICOE

O CICOE em Praia Grande, conhecido como Centro Integrado de Comando e Operações Especiais, foi criado em 2002 como referência no monitoramento da cidade 24 horas por dia.

O retrato de hoje, caros servidores, é totalmente oposto daquele vendido nas cantilenas pela atual gestão.

Pasmem, após reunião para tratar do dissídio coletivo, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Municipais, Adriano Pixoxó, representantes da diretoria e membros do corpo jurídico, fizeram visita de surpresa ao local e se depararam com guardas trabalhando sentados em cadeiras de plástico. Quando chegamos, muitos companheiros (infelizmente) tentaram escondê-las.

“Uma vergonha o que presenciamos no CICOE, onde companheiros e companheiras da guarda estão trabalhando em turnos de oito horas sentados de forma improvisada, sem qualquer preocupação da administração com a saúde, bem-estar e ergonomia destes profissionais”, criticou.

Pixoxó lembra da reunião anterior com a procuradora-geral do município sobre o problema. E da promessa da SEASP de que estava tudo resolvido. “Baita mentira para inglês ver e total irresponsabilidade daqueles que têm o dever de oferecer condições dignas de trabalho aos servidores”.

Além das cadeiras improvisadas, o local que contém aporte tecnológico para tal finalidade, apresenta diversos pontos com goteiras. “Secretário, já temos as cadeiras de plástico, arrume uns guardas-chuvas ou mesmo de sol pra gente, não para curtir uma praia, mas para não se molhar trabalhando…”, ironiza.

O departamento jurídico, de posse dos fatos, vai encaminhar denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para realização de fiscalização in loco, com o objetivo de exigir providências da administração.