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Denúncias de ACSs e ACEs sobrecarregados e fora de função levam o Sindicato a cobrar providências da administração municipal

O trabalho realizado pelos agentes comunitários de saúde e de endemias, em prol da municipalidade em Praia Grande, transcende aspectos técnicos e tem valor humano significativo. São servidores que executam suas funções com amor ao próximo, dedicação e resiliência, seja nas unidades de saúde, em residências e mesmo em locais de vulnerabilidade.

No entanto, parece-nos que a administração não tem a mesma percepção que nós, pois o Sindicato pelo canal da ouvidoria recebeu nos últimos dias relatos de defasagem nas respectivas equipes de campo, que atuam nas Unidades de Saúde da Família (USAFAS).

Os relatos apontam que os ACSs e ACEs estão sendo direcionados para “cobrir outras áreas distintas daquelas originalmente previstas em suas atribuições e lotações do concurso público”. Ou seja, estão sendo vítimas do chamado desvio de função!

No ofício nº 163/2026, o prefeito Alberto Mourão e o estimado secretário de saúde, José Isaías Costa Lima, foram questionados a respeito desta manobra, que segundo o presidente Adriano Pixoxó “compromete a qualidade do serviço, uma vez que a insuficiência sobrecarrega e pressiona os servidores a jornadas exaustivas”.

“A prefeitura tem que nos dizer a quantidade de ACSs e ACEs que estão disponíveis, se há falta no contingente, ou se existe a necessidade de abertura de concurso. O que não pode, em hipótese alguma, é sobrecarregar nossa gente por incompetência e negligência”. E afirma. “Exigimos que esta questão seja resolvida em caráter de urgência!”.

O canal da ouvidoria (https://sindicatopraiagrande.org.br/ouvidoria/) é um instrumento fundamental em defesa e proteção da categoria. Se houver problemas desta natureza, por favor, denuncie imediatamente. O sigilo está garantido. E seu direito de trabalhar com respeito assegurado!