Lembram que o Sindicato entrou com pedido de denúncia junto ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) para investigar os gastos da Secretaria de Assuntos de Segurança Pública (SEASP) durante a Operação Verão 2025/2026?!
Pois bem, nesta quinta-feira, 03 de setembro, o egrégio do tribunal acatou nosso pedido e vai dar andamento ao processo.
Na ocasião, o departamento jurídico do Sindicato questionou, via processo 00015117.989.26-9, seis contratos celebrados durante a operação, decorrentes do processo administrativo nº 36.997/2025 e do Chamamento Público nº 019/2025 voltados à “contratação de hospedagem em apartamentos com pensão completa”. Seus editais não foram disponibilizadas para consulta.
O presidente Adriano Pixoxó ressaltou que “vai mergulhar fundo” neste processo para descobrir a origem dos gastos. “Como já dissemos, e repetimos, queremos saber a destinação centavo por centavo dos valores públicos usados para esta operação. É dever dos envolvidos agir com transparência e respeito aos contribuintes e aos guardas municipais”.
A questão principal que invoca a reclamação do Sindicato recai nos custos gastos – considerados elevados, sem procedência. Porém, os guardas civis municipais que trabalham de forma incansável estão sem plano de carreira. E a alegação da gestão municipal para não implantá-lo, critica Pixoxó: “é justamente a falta de verba”.
“Quanta ironia, não é verdade! Nossos companheiros e companheiras padecem sem benefícios, mas a secretaria torra a verba existente com outras finalidades. Não vamos aceitar tamanha falta de respeito com nossa gente”, dispara o presidente.
Em breve, conclui Pixoxó, a entidade trará informações atualizadas acerca desta luta por respeito, valorização e justiça. “Se tem grana para gastar por aí, vai ter para a guarda também!”.

