A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande segue percorrendo as bases da categoria, num amplo trabalho de organização, conscientização e mobilização dos servidores para a GREVE GERAL.
O objetivo desta ação estratégica é arregimentar TODA A CATEGORIA para o movimento paredista, em sinal de protesto e de pressão junto a administração pela reabertura das negociações da pauta de reivindicações da categoria.
Nesta quarta-feira (15), nossos diretores estiveram panfletando em diversos setores, caso da Secretaria de Serviços Urbanos (SESURB). “A recepção foi excelente, onde sentimos o clamor dos servidores pela luta conjunta, pelo desejo da mudança por conquistas”, destacou o vice-presidente da entidade, Hamilton Marreta.
Segundo o diretor Renato Vasquez, o trabalho seguirá efetivo e ininterrupto até a deflagração da greve, à zero hora de sexta-feira (17). “Nós falaremos com cada servidores, e entraremos em cada local de trabalho, pois o momento precisamos da unidade e do apoio da categoria para vencer os inimigos que tentam nos prejudicar e tomar nossos direitos de forma injusta”, afirma.
O movimento organizado pelo Sindicato será realizado por tempo indeterminado. A medida foi aprovada nesta terça (14), em assembleia diante da Câmara Municipal, onde se aprovou um projeto de lei para o reajuste salarial e de beneficio pífio, considerado “uma vergonha” pelos servidores.
A paralisação não começará de imediato porque o Sindicato dos Trabalhadores Municipais teve de comunicar a decisão ao Governo nesta terça, com antecedência de 48 horas, como estipula a norma que regula o direito de greve (Lei Federal 7.783, de 1989).
“Desde novembro do ano passado, protocolamos a pauta de reivindicações, e nada. Depois de muito tempo, nomearam uma comissão para nos dizer não. Então, a partir de agora a resposta virá com luta e pressão pelo que é nosso por direito”, ressalta o presidente Adriano Pixoxó, que esteve em Brasília na Marcha da Classe Trabalhadora.

