O prefeito de Praia Grande está sumido, mas segue agindo de forma nefasta contra os servidores, especialmente os da Educação.
Depois de apresentar projeto de lei na Câmara Municipal para desviar parte dos 25 milhões da pasta para outras secretarias. Agora, lá vem ele, com a baixaria de propor a terceirização de parte da estrutura de ensino. “Se existia limite para vergonha e falta de respeito, creio que esta transbordou, pois é inadmíssivel que uma pasta com dinheiro seja sucateada”, esbraveja o presidente Adriano Pixoxó.
Segundo informações de fontes, a proposta surgiu numa reunião com os gestores. “A Seduc afirmou que em 2027 teremos escolas municipais de período integral”. E prossegue. “Para auxiliar o trabalho docente e o trabalho de atividades, será contratada uma empresa de profissionais da educação que irá nessas escolas”.
Nosso presidente também ouviu de servidores que “recentemente a secretaria ligou nas escolas perguntando quais alunos de inclusão não estão correspondendo com a inclusão na escola, ou seja, quais alunos deveriam ir para uma sala especial”. E tem mais. “Em 2027, algumas escolas terão salas especiais destinadas a esses alunos que não conseguem se socializar ou serem incluídos na escola em face do comprometimento, agressividade, impulsividade e desregulação”.
De acordo com Pixoxó, a administração ao invés de valorizar a educação – que funciona muito bem – deveria pagar melhores salários, horas extras e demais benefícios a professores e demais profissionais.
“O fato é que não vamos permitir esta manobra que vai prejudicar todo processo de ensino na cidade. Educadores estão indignados e não serão tolhidos por aqueles que só visam o lucro e poder pelo poder”, afirmou.
O departamento jurídico foi acionado para avaliar quais providências serão tomadas caso “esta proposta maquiavélica” ganhe força. “Vamos denunciar no Ministério Público as mazelas cometidas pela atual gestão com o dinheiro público”, decreta Pixoxó.

