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Sindicato cobra GCM pelo fim dos casos de assédios de chefes imediatos aos guardas da primeira turma

A primeira turma da Guarda Civil Municipal (GCM) de Praia Grande tomou posse em dezembro de 2001, após a aprovação da Lei Complementar nº 269, que reestruturou a corporação e instituiu o ingresso por concurso público.

Desse grupo pioneiro de desbravadores, como bem destaca o site da prefeitura, faz parte por exemplo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Municipais, Adriano Pixoxó, que é oriundo da agrupamento.

No entanto, estes companheiros e companheiras, que tanto fizeram (e ainda fazem!) pela segurança local, estão sofrendo assédio e discriminação no local de trabalho, dentro do batalhão, pela chefia imediata.

“Respeitem a turma da antiguidade, que começou este trabalho, que hoje é referência na Baixada Santista, mesmo com todos os problemas”. E prossegue, nossa liderança. “Peço ao secretário da pasta Maurício Izumi e ao comandante Antônio Boscayno que tomem providências e acabem com esta situação que envergonha a corporação”.

Aos guardas que se sentirem maltratados ou atacados desta forma, por favor, procure-nos no Sindicato, que nosso departamento jurídico prestará todo suporte necessário para colher provas e efetuar a denúncia por assédio moral e práticas antissindicais junto aos órgãos competentes.

A luta contra este tipo de crime é travada com unhas e dentes pelo Sindicato. Recentemente, nossas reclamações na Justiça a respeito da má conduta da administração, teve efeito positivo, pois o Ministério Público do Trabalho (MPT) publicou Notificação Recomendatória, onde orienta quanto a proibição de “práticas antissindicais” como observa o disposto no artigo 1º, alínea “a”, Convenção nº 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), respectivamente.

O assédio moral é uma violência psicológica caracterizada por condutas abusivas, repetitivas e prolongadas no ambiente de trabalho. Ele envolve humilhações, constrangimentos, isolamento ou exigências excessivas que ferem a dignidade da pessoa e prejudicam sua saúde física e mental.

“Estamos moralizando a relação dentro das escolas, e agora vamos fazer do mesmo jeito dentro da GCM. Os servidores merecem respeito, atendimento e valorização. Ninguém vai atentar contra a honra de nossa gente, seja quem for”, disse.