Nesta segunda-feira, 11 de maio, servidores e servidoras atenderam ao chamamento da direção do Sindicato e compareceram à Assembleia Geral, em frente ao paço municipal, com o objetivo de deliberar as próximas ações de luta por seus direitos.
Por unanimidade, definiu-se – por ora – pela suspensão do movimento paredista, enquanto não houver apreciação do mérito do processo de dissídio coletivo no Tribunal de Justiça.
A decisão foi tomada, segundo o presidente Adriano Pixoxó, por “segurança jurídica”, após ouvir lideranças da categoria e o corpo de advogados da entidade.
Como informamos anteriormente, o Sindicato vai contestar os pedidos da prefeitura, que são 4,5% nos salários e demais benefícios de cláusulas econômicas, além das demais solicitações, que estão aquém do que exigimos em pauta de reivindicações para a categoria.
“A prefeitura não atende nossas reivindicações e ainda tenta se pegar em qualquer circunstância para descontar os dias não trabalhados de companheiros e companheiras, que cumpriram o papel sagrado da reivindicação”, lamenta.
Na avaliação do presidente, neste momento “é melhor se resguardar”, dando “dois passos para trás para avançar 100 passos adiante”. “Vamos respeitar e preservar o direito de os servidores se protegerem de qualquer sanção pecuniária em seus proventos”.
No entanto, alerta que a batalha não acabou. “Se pensam que vamos abrir mão do que é nosso, se enganam, pois a organização segue firme e mobilizada para avançar em busca dos direitos legítimos da categoria”, afirma Pixoxó.

