O ano de 2026 começou com o Sindicato adentrando às bases e fiscalizando as condições de trabalho da categoria, especialmente dos companheiros e companheiras que atuam no SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em Praia Grande.
Nas bases de atendimento no Samambaia e Maracanã, respectivamente, o Sindicato identificou problemas, como falta de critério para faltas abonadas, organização das faltas abonadas dos auxiliares de enfermagem atribuídas aos enfermeiros-chefe, programação de férias fracionadas e fornecimento de refeição fora do horário.
Em ofícios nº 017 e 021/2026, o presidente Adriano Pixoxó questionou tanto o secretário municipal de saúde, José Isaías Costa Lima quanto subsecretária da pasta, Alessandra da Mota Rodrigues dos Santos. “São problemas que comprometem a qualidade de vida e do trabalho realizado por estes servidores. Por isso, precisam ser revistas em caráter de urgência”, cobra.
O Sindicato pede, no caso das faltas abonadas, que a secretaria cumpra a Lei 995/24, vindo a cessar de imediato, a determinação para que os servidores solicitantes da falta abonada venham a ser responsabilizados pela sua substituição.
A organização da escala de faltas abonadas deve ser redirecionada ao setor administrativo RH da SESAP, bem como o direito ao fracionamento das férias, neste caso, concedido a todos os Servidores do SAMU.
Por sua vez, cabe à empresa responsável das refeições (marmitas), a entrega próxima ao horário do jantar dos servidores, no período noturno, sem adiantamento ou atrasos excessivos.
“Nas visitas prometemos aos servidores que lutaríamos por suas reivindicações. E estamos seguindo à risca o que discutimos, pois a administração tem o dever de resolver os problemas nos locais de trabalho”, afirma Pixoxó.

