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Sobrecarga de trabalho está adoecendo categoria na Escola Municipal Circe Sanchez Toschi

A situação na Escola Municipal Circe Sanchez Toschi, no bairro Aviação, está caótica, crítica, à beira do colapso.

Este cenário iminente ocorre por conta da falta de servidores, muitos deles afastados em virtude de doenças laborais como estresse, cansado, fadiga. E os que restaram estão pedindo socorro!!!

O problema é tão grave, que existem apenas 03 atendentes para cuidar de 37 crianças, numa sala. Um absurdo, brada o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Municipais, que esteve no local, em patrulha sindical, após denúncia feita em nosso canal da ouvidoria (https://sindicatopraiagrande.org.br/ouvidoria/).

Pixoxó, indignado, mandou recado papo reto para a secretária da pasta, Patrícia Conceição Almeida Dias: “diante deste cenário de ruínas, peço que tome providências imediatas para evitar que a escola pare de funcionar, literalmente. E que nossa gente fique doente, sem poder exercer suas funções”.

A proposta da liderança é que a SEDUC faça o complemento de efetivo, ou seja, reponha a falta dos servidores afastados. Ou libere a hora extra para aqueles que seguem ativos nas dependências da escola.

“O que não pode é matar todos de trabalhar. Isso é uma vergonha, um escárnio, que vamos levar para conhecimento do ministério público. Sobrecarga de trabalho afeta a saúde física e mental dos nossos representados e não vamos aceitar este estado de calamidade”.

Recentemente, a Câmara Municipal votou um projeto de lei enviado pelo executivo para a abertura de crédito adicional suplementar e transposição de dotações orçamentárias. A medida visa remanejar recursos de superávit e excesso de arrecadação para atender diversas secretarias municipais, incluindo investimentos na área da educação e outras pastas. O aporte para a SEDUC, especificamente, foi de 120 milhões de Reais.

A prefeitura também conta com os valores destinados à verba do FUNDEB – na monta de quase 10 milhões de Reais para pagamento de diversas despesas na estrutura de ensino público.

“Não falta recursos para contingenciamento de servidores nas escolas do município. Por isso, é dever da secretaria injetar dinheiro em recursos humanos e resolver o problema, que está assolando de forma covarde e perigosa nossa gente”, cobrou o vice-presidente, Hamilton Marreta.