Estamos no mês de fevereiro, período do verão. E as fortes chuvas se precipitam quase todos os dias em grande abundância em Praia Grande.
Ações públicas efetivas para coibir seus efeitos colaterais tornam-se imprescindíveis para garantir o bem-estar dos cidadãos. Ou, ao menos, deveriam ser feitas periodicamente nas estruturas públicas?!
O que presenciamos na Escola Municipal Ophélia Caccetari dos Reis, no Jardim Anhanguera, nesta quinta-feira (5), é o símbolo do descaso, da falta de respeito com servidores e alunos que utilizam-se do local todos os dias.
Precariedade é o nome que diz. Teto com diversos pontos de infiltrações (que mostram absoluta falta de manutenção). Salas de aula, berçário da creche, cozinha e outros departamentos completamente embaixo d’água. Uma lástima!
Em visita à escola municipal, o vice-presidente da entidade Hamilton Marreta e o diretor Jaime Cunha, ficaram indignado com a situação. E não hesitaram em pedir a interdição do local.
“Inadmissível o que estamos vendo numa escola que atende bebês, crianças e jovens. Por isso, exigimos a interdição em caráter de urgência até que a administração faça os devidos reparos”, criticou Marreta.
A reclamação do Sindicato teve resultado, pois um engenheiro designado pela SEDUC, a secretaria municipal de educação, esteve no local e se comprometeu em interditar as salas afetadas e tomar as providências para normalizar a situação. Inclusive, se necessário, promover a remoção provisória das crianças para outras unidades até que o problema seja resolvido.
“Vamos fiscalizar outros locais públicos e inspecionar as questões estruturais. Se houver problemas desta natureza, cobraremos as secretarias competentes, pois usuários e servidores precisam dispor de locais organizados, jamais neste estado de calamidade”, disparou.

