A Base Regional Descentralizada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), no bairro Samambaia, em Praia Grande, presta relevante serviço para a comunidade com Unidades de Suporte Básico (USB), Suporte Avançado (USA) e Motolâncias (moto dirigida por enfermeiro).
No entanto, pasmem, a administração insiste em relegar neste processo essencial o lado humano. Isso mesmo, quando oferece condições inadequadas aos servidores que trabalham nos serviços de socorro rápido e especializado para emergências médicas (clínicas, cirúrgicas, traumáticas, etc.) em residências, locais de trabalho ou vias públicas, enviando equipes capacitadas (médicos, enfermeiros) e ambulâncias, com atendimento inicial por telefone.
Em fiscalização nesta segunda-feira (05), descobrimos que os alojamentos – tanto masculino quanto feminino – não estão funcionando, pois os aparelhos de ar-condicionado estão quebrados e as condições da mobília deixam a desejar.
“Não tem condições de os nossos servidores serem tratados com tanto descaso. Uma vergonha sem precedentes, que vamos dar fim”, criticou duramente o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Praia Grande, Adriano Pixoxó.
A entidade vai cobrar providências por parte da Secretaria Municipal de Saúde, de forma que os alojamentos sejam reformados e liberados para uso de médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, motoristas socorristas e radio-operadores.
“Não vamos aliviar para a administração frente a este problema. A qualidade do atendimento e o bem-estar dos nossos companheiros e companheiras passam por uma estrutura adequada para quem ajuda a salvar vidas todos os dias em nossa cidade”, ressalta.

